sexta-feira, 29 de março de 2019

Relatório do laboratório



Preparo de uma  lâmina para Microscopia ótica.
Necessitaremos dos seguintes componentes:
* Lâmina para microscópio.
* Lamínula.
* Água coletada no lago do Parque da Redenção.
* Material biológico a ser observado.
* Pinça.
* Conta gotas.

Com esses componentes, é possível observar uma variedade de organismos que vivem na água.

Procedimento
1. Inicialmente pegue a lâmina e coloque um pouco do material coletado
2. Coloque uma ou duas gotas de água sobre essas estruturas.
3. Cubra o material com a lamínula.
4. Levar ao microscópio.

5. Iniciar observando em menor aumento.
6. Fotografar e descrever as estruturas encontradas.

Relatório:
Ao irmos até a mesa do professor aprendemos como colocar o material na lâmina, após, com uma pinça pegamos o material colocamos ele na lâmina e acrescentamos duas gotas de água, com um conta gotas, e expandimos o material, acrescentamos uma lamínula em cima dele para fazermos a análise no microscópio, a partir da nossa análise concluímos que no material havia protozoários, amebas e algas. Veja um exemplo a partir do microscópio. 





ALGAS:
Resultado de imagem para alga

PROTOZOÁRIOS: 

Resultado de imagem para protozoários

AMEBAS:


Imagem relacionada

FONTES:

FOTOS: Sor Paim e Google imagens 
Caderno e aula experimental






























segunda-feira, 25 de março de 2019

Bactérias

olá, pessoal na postagem de hoje iremos falar sobre as bactérias.

Bactérias

As bactérias são seres unicelulares e procariontes que estão incluídos no Domínio Archaea que engloba as arqueobactérias e Domínio Bactéria que engloba os outros grupos e estão classificadas no Reino Monera. Existem milhares de espécies conhecidas que apresentam formas, habitats e metabolismo diferentes.

Alguns desses microrganismos são causadores de doenças, mas também há bactérias com grande importância ecológica (como as espécies fixadoras que participam do ciclo do nitrogênio e as decompositoras da cadeia alimentar).
Estrutura celular
As bactérias são organismos simples, formados por apenas uma célula, sendo chamados, portanto, de seres unicelulares. Seu material genético (DNA) é encontrado disperso no citoplasma, pois não possuem carioteca delimitando seu núcleo (seres procarióticos).
A maioria das bactérias possui parede celular, localizada externamente à membrana plasmática que garante proteção. Além da parede, algumas possuem uma cápsula polissacarídica que envolve essa estrutura.
No citoplasma observam-se a ausência de organelas membranosas e a presença de ribossomos, estruturas relacionadas com a síntese de proteínas.
O cromossomo bacteriano caracteriza-se por ser uma única molécula de dupla fita circular de DNA. Além do DNA cromossômico, as células bacterianas apresentam moléculas menores de DNA circular, que possuem genes que não são essenciais para a sobrevivência da bactéria. Essas moléculas são chamadas de plasmídeos.
As bactérias podem ainda apresentar flagelos, estruturas locomotoras, já as que não apresentam essa estrutura são denominadas atríquias.

Outra estrutura encontrada nas bactérias são as fimbrias, que lembram os flagelos, porém, atuam auxiliando na sua fixação. Essas estruturas assemelham a pequenos pelos e são encontradas principalmente nas chamadas de Gram negativas.




 https://www.google.com/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiumNmO05rhAhV3JbkGHaMzDXcQjRx6BAgBEAU&url=https%3A%2F%2Falunosonline.uol.com.br%2Fbiologia%2Festrutura-celular-de-uma-bacteria.html&psig=AOvVaw0WMA8WRjn4xlk8HvPo3IHD&ust=1553512298788627

Morfologia

 Elas podem ter diferentes formas: esférica (cocos), de bastões (bacilos), espiraladas (espirilo), de vírgula (vibrião), entre outras.
Além disso, podem se juntam em agrupamentos, mas mantendo sua individualidade, que permite que vivam separadamente.
 
https://www.google.com/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiVr6-fzprhAhVWFLkGHV0DDGUQjRx6BAgBEAU&url=%2Furl%3Fsa%3Di%26rct%3Dj%26q%3D%26esrc%3Ds%26source%3Dimages%26cd%3D%26ved%3D%26url%3Dhttp%253A%252F%252Fwar-thunder-sajt.ru%252Fdiferentes-tipo-de-familia.html%26psig%3DAOvVaw0XOkRAE4niaGzAgGT4mEEH%26ust%3D1553511163442807&psig=AOvVaw0XOkRAE4niaGzAgGT4mEEH&ust=1553511163442807
Reprodução
A reprodução mais comum é assexuada por bipartição ou cissiparidade. Ocorre a duplicação do DNA bacteriano e uma posterior divisão em duas células.
Algumas espécies originam, sob certas condições ambientais, estruturas resistentes denominadas esporos. A célula que origina o esporo se desidrata, forma uma parede grossa e sua atividade metabólica torna-se muito reduzida. Ao encontrar um ambiente adequado, o esporo se reidrata e origina uma bactéria ativa, que passa a se reproduzir por divisão binária.
Para as bactérias, considera-se reprodução sexuada qualquer processo de transferência de fragmentos de DNA de uma célula para outra. Depois de transferido, o DNA da bactéria doadora se recombina com o da receptora, produzindo cromossomos com novas misturas de genes. Esses cromossomos recombinados serão transmitidos às células-filhas quando a bactéria se dividir.
A transferência de DNA de uma bactéria para outra pode ocorrer de três maneiras: transformação, transdução e  conjugação.

Transformação

Na transformação, a bactéria absorve moléculas de DNA dispersas no meio e são incorporados à cromatina. Esse DNA pode ser proveniente, por exemplo, de bactérias mortas. Esse processo ocorre espontaneamente na natureza. 

Transdução                                                                 

Na transdução, moléculas de DNA são transferidas de uma bactéria a outra usando vírus como vetores (bacteriófagos). Estes, ao se montar dentro das bactérias, podem eventualmente incluir pedaços de DNA de sua hospedeira. Ao infectar outra bactéria, o vírus que leva o DNA bacteriano o transfere junto com o seu.
 

Conjugação

Na conjugação bacteriana, pedaços de DNA passam diretamente de uma bactéria doadora, o "macho", para uma receptora, a "fêmea". Isso acontece através de microscópicos tubos proteicos.
O fragmento de DNA transferido se recombina com o cromossomo da bactéria "fêmea", produzindo novas misturas genéticas, que serão transmitidas às células-filhas na próxima divisão celular.




Fontes de consulta:
https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biomonera3.php
https://alunosonline.uol.com.br/biologia/estrutura-celular-de-uma-bacteria.html
https://www.todamateria.com.br/bacterias/
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/bacterias.htm



segunda-feira, 18 de março de 2019

sábado, 9 de março de 2019

Vírus

VÍRUS


Características gerais dos vírus:
Os vírus são seres acelulares, ou seja, não possuem células. Além disso apresentam outras características tais como : o fato de não sofrerem a ação de antibióticos, pode ocorrer mutações durante sua multiplicação, eles não tem metabolismo próprio ( o que faz alguns biólogos usarem tal atributo para não considera-los seres vivos ), por fim, são denominados como parasitas intracelulares obrigatório ( para que ocorra sua reprodução é necessário que este esteja dentro de uma célula ).

Estrutura dos vírus :
Eles não possuem uma organização celular e sua estrutura se dá por um material genético ( DNA ou RNA ) envolvido por uma cápsula protéica ( também chamado de capsídeo ). Nesta situação, o capasídeo mais o ácido nucléico denominado nucleocapsídeo. Virion é a partícula madura do vírus e pode ser sinônimo de nucleocapsídeo ou nucleocapsídeo dentro de um invólucro ( uma membrana de origem celular que pode envolver o capsídeo).
Um exemplo dessa diferenciação de ácido nucléico é que a varíola possue DNA e a Aids tem o RNA em sua formação. Muitos vírus possuem uma membrana externa adicional denominada envelope. Em sua camada mais externa há glicoproteína que são as "chaves" de acesso para infectar novas células.


Estrutura geral de um vírus
Estrutura do vírus da AIDS


Reprodução dos vírus:
Os vírus por serem classificados como seres acelulares, no momento da reprodução eles precisam contar com uma célula hospedeira, que dará as condições para que eles possam se multiplicar. A reprodução dos vírus só acontece no interior da célula hospedeira. Por essa condição, eles acabam sendo considerados parasitas intracelulares, ou seja, utilizam a estrutura celular hospedeira, com todo o seu material genético, para então se reproduzirem.
Os vírus possuem 2 ciclos reprodutivos: o ciclo lisogênico e o ciclo liítico

No ciclo lisogênico, o vírus que invadiu a célula hospedeira agrega seu material genético ao genoma da mesma. Nesse processo, a presença do parasita não interfere de nenhuma forma no mecanismo celular: toda a sua atividade, desde o metabolismo até a reprodução, ocorre normalmente, assim como numa célula saudável.
Quando a célula hospedeira passa por divisões mitóticas, ela transmite às células-filhas não só o seu genoma, como também, o material genético do vírus que a infectou. Dessa forma, o parasita intracelular “se vale” do processo reprodutivo da célula para se multiplicar e contaminar novas células do organismo vivo, retomando o seu ciclo.

No ciclo lítico, o vírus insere o seu material genético no da célula hospedeira, e, ao contrário do outro ciclo, passa a dominar o metabolismo da mesma, destruindo-a por final. Veja as etapas desse ciclo reprodutivo:

1- Adsorção: Nessa primeira etapa, o vírus liga-se à membrana da célula que ele parasitará. Essa ligação ocorre graças a receptores presentes nas células.

2- Penetração: Após se ligar à célula, o vírus começa o processo de penetração, ou seja, ele começa a entrar na célula que será parasitada.

3- Desnudamento: Já no interior da célula, o vírs sofre a ação de enzimas que destroem seu capsídeo (uma cápsula rica em proteínas que envolve o material genético do vírus). Após destruir o capsídeo, o material genético é liberado no citoplasma da célula ou no núcleo.

4- Síntese viral: Nesse momento, o material genético do vírus afeta a atividade da célula, que passa a produzir as proteínas necessárias para a criação de novos vírus.

5- Montagem e maturação: Nesse processo, novos vírus são formados a partir das proteínas produzidas pela célula.

6- Liberação: Após estarem completamente montados, os vírus saem da célula para parasitar outra. Essa saída pode ocorrer por meio do rompimento da membrana da célula ou, ainda, por uma espécie de brotamento, em que levam parte da membrana da célula parasitada.

OBS: Os vírus podem parasitar em qualquer célula, não só em animais!






FONTES:

https://www.escolakids.uol.com.br/ciências/reproducao-dos-virus.htm
https://www.grupoescolar.com/pesquisa/reproducao-dos-virus.html
https://www.infoescola.com/biologia/ciclo-lisogenico/
https://www.infoescola.com/biologia/ciclo-litico/