quarta-feira, 26 de junho de 2019

Notícias sobre os Nematelmintos

 O filo Nematoda agrupa animais que apresentam corpo alongado, cilíndrico e afilado nas extremidades posterior e anterior. Os nematóides ou nematódeos são triblásticos, pseudocelomados, não segmentados, com simetria bilateral e de tamanho muito variável, existindo espécies de 0,3 mm até 8 metros de comprimento. Muitas espécies são de vida livre e vivem em ambiente aquático ou terrestre; outras são parasitas de plantas e de animais, inclusive o ser humano.
- Notícias científicas:
A bióloga Laura Hale e sua equipe, do Instituto Salk de Estudos biológicos, nos EUA, fez um teste com vermes da espécie Caenorhabditis elegans de várias idades e descobriu que vermes adolecentes também são rebeldes.


Um novo estudo encontrou uma ligação entre  presença de vermes no intestino e uma melhora no sistema imunológico.

 - Notícias gerais:
Médicos improvisam um microscópio com Iphone para diagnosticar verminoses em área rural da Tanzânia, na África.

García Pantaleón propôs o uso de cotrole biológico para controlar os nematóides que causam danos às plantações de banana na República Dominicana.



Notícias sobre Cnidários

Notícias gerais:

https://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-37563770

Muitos cientistas defendem que as populações de águas-vivas estão aumentando globalmente, com "explosões" em certas regiões do planeta ou certas épocas. Assim, como analisado pela cientista Cláudia Mills esse enorme "surto" se deve às mudanças nas condições dos oceanos.

https://super.abril.com.br/ciencia/carambola-do-mar-bate-recorde-de-fossil-animal-mais-antigo-600-milhoes-de-anos/

A carambola-do- mar é um cnidário gelatinoso, anterior à explosão de biodiversidade do período Cambriano, é um dos primeiros seres vivos multicelulares da história da Terra.

Notícias científicas:

http://agencia.fapesp.br/estudo-reune-dados-sobre-958-tipos-de-aguas-vivas-sul-americanas/24384/

As água-vivas além de terem um corpo gelatinoso, possuem uma beleza singular fazendo com que cada vez mais pesquisadores se interessem por esses cnidário. Informações detalhadas sobre 958 tipos morfológicos distintos de águas-vivas que habitam o litoral sul-americano – tanto do lado Atlântico quanto do Pacífico – foram reunidas em um censo publicado este mês na revista Zootaxa, a mais importante da área de taxonomia zoológica. Apresentadas nessa reportagem.


https://www.google.com/amp/s/revistagalileu.globo.com/amp/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2016/05/agua-viva-misteriosa-e-descoberta-37-mil-metros-de-profundidade.html

Uma nova espécie de água-viva foi encontrada no trecho oceânico mais profundo do mundo a 3,7 mil metros de profundidade. Ela possui canais radiais vermelhos e círculos amarelos extremamente brilhantes o que chamou a atenção dos pesquisadores.


terça-feira, 25 de junho de 2019

Notícias sobre platelmintos
  Científicas: https://noticiaalternativa.com.br/platelmintos/

O artigo expõe um acontecimento que vem ocorrendo na França. Onde uma espécie de platelmintos, conhecida  popularmente como planárias ,classe Turbellaria (turbelários) é composta por espécies de vida livre (isto é, não são parasitas)  - estão sendo encontradas no território francês.

http://www.unisinos.br/noticias/pos-graduacao/novas-especies-de-planarias-sao-descobertas

 O texto trata sobre uma recente descoberta da professora do Programa de Pós-Graduação em Biologia Ana Maria Leal-Zanchet, juntamente com sua equipe, de novas espécies de planárias    desconhecidas, entre elas os platelmintos: Cratera aureomaculata, Cratera nigrimarginata e Cratera.
  
Geral :  http://cac-php.unioeste.br/eventos/anais_biologia/estagio_ciencia/artigo_01.pdf

A pesquisa acima por  Élerson de Lara Magalhães ,Cleider Saturno de Quadros e André Luis de Oliveira descreve as parasitoses intestinais encontradas em ambientes escolar, como
teníase (também conhecida como solitária).

https://ares.unasus.gov.br/acervo/handle/ARES/8322

O texto que encontra-se no link acima disserta ações educativas para combater parasitoses intestinais em população atendida pela equipe de estratégia de saúde da família São Pedro- hospital de Minas Gerais e pertence ao Acervo de Recursos Educacionais em Saúde.


 






segunda-feira, 24 de junho de 2019

Noticias sobre Poríferos

Links das noticias dos poríferos:

Notícias gerais:

1- http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/08/estudo-afirma-que-humanos-compartilham-genes-com-esponjas-do-mar.html

Esta notícia trata de características em comum entre poríferos e humanos, como genes associados ao câncer possibilitando novas descobertas para as pesquisas de células-tronco.
O corpo de um porífero possui células que apresentam uma certa divisão de trabalho. Algumas dessas células são organizadas de tal maneira que formam pequenos orifícios, denominados poros, em todo o corpo do animal. é por isso que esses seres recebem o nome de poríferos (do latim porus: 'poro'; ferre: 'portador').

2-  http://www.cienciaecultura.ufba.br/agenciadenoticias/noticias/destaques/esponjas-mostram-niveis-de-poluicao-no-litoral-da-bahia/

Esta notícia trata de um mini-curso na Bahia que trata do “Emprego de invertebrados marinhos como indicadores ambientais em recifes de corais”, ou seja, trata-se do filo dos poríferos, pois eles sendo animais marinhos e invertebrados possuem a funcionalidade de indicadores ambientas, indicando a poluição presente no seu habitat.


  Notícias científicas:

3- https://br.historyplay.tv/noticias/cientistas-afirmam-que-todos-descendemos-diretamente-das-esponjas

Esta notícia trata de pesquisas que apontam que todos os seres vivos são descendentes do poríferos, até porque eles  surgiram provavelmente há cerca de 1 bilhão de anos. Supõe-se que eles sejam originados de seres unicelulares e heterótrofos que se agrupam em colônias. As esponjas do mar, ou poríferos, são os ancestrais mais antigos de todos os organismos vivos do planeta - é o que afirma uma pesquisa recente da Universidade de Bristol, no Reino Unido, em conjunto com a Universidade de Munique, na Alemanha, e o Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA. 

4- http://www.faperj.br/?id=470.2.5

Esta notícia trata de pesquisas para possíveis aplicações dos poríferos, através das substancias que eles liberam e das suas estruturas inspiram, por exemplo, a produção de fibras óticas para telecomunicações.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Fungos



  Fungos não são animais e nem vegetais, são classificados num reino à parte: o reino Fungi e vivem em ambientes úmidos e ricos em matéria orgânica, atuando principalmente na reciclagem de nutrientes.  São organismos macroscópicos ou microscópicos seres , unicelulares ou pluricelulares, eucariontes (com um núcleo celular), heterótrofos.
  Os fungos possuem diversos tipos de habitat visto que são encontrados no solo, na água, nos vegetais, nos animais, no homem e nos detritos em geral.
  Na biologia,são divididos em cinco Filos:   zigomicetos , ascomicetos, basidiomicetos, quitridiomicetos e os deuteromicetos.
⦁    Zigomicetos
  Os zigomicetos são fungos simples que possuem hifas cenocíticas (sem septos) e que formam zigósporos durante seu ciclo de vida. Os zigósporos são formados a partir da fusão das extremidades de hifas de micélios diferentes (geralmente os micélios são haploides – n). Depois da fusão dos núcleos dessa hifas, há a formação de um espessamento da parede celular formando um envoltório rugoso e bastante resistente.
   A formação de zigósporos ocorre quando o meio não apresenta condições adequadas à sobrevivência desses fungos (como uma seca, por exemplo). Quando o ambiente volta a apresentar condições adequadas, ocorre meiose no núcleo 2n dos zigósporos, formando esporos haploides que são espalhados pelo vento e ao germinarem dão origem a novos indivíduos.
  Os fungos zigomicetos ocorrem no solo, sobre matéria orgânica em decomposição (como cadáveres de animais e plantas mortos) ou sobre alimentos. Um fungo bastante conhecido desse grupo é o mofo negro que parece sobre pães e outros alimentos. Algumas espécies de zigomicetos podem também ser utilizadas na produção de alguns alimentos, como o molho de soja (shoyu).

 

⦁    Ascomicetos
   Os ascomicetos são caracterizados pela presença de estruturas reprodutivas chamadas de ascos. Os ascos são pequenas bolsas na ponta de hifas, geralmente agrupados em corpos de frutificação, formados a partir da fusão de duas hifas. O núcleo diploide no interior dos ascos sofre meiose, formando esporos haploides denominados ascósporos. O grupo dos ascomicetos reúne o maior número de espécies dentre os fungos. Neste grupo há espécies unicelulares, como as leveduras, e espécies que formam hifas.
   A reprodução nesse grupo pode ocorrer também por brotamento, no caso dos unicelulares. Entre os ascomicetos estão espécies muito utilizadas na indústria da produção de alimentos, como os levedos empregados na fermentação de pães e bebidas alcóolicas e fungos utilizados na produção dos queijos camembert e roquefort.
   Outros são utilizados na produção de medicamentos, como algumas espécies do gênero Penicillium, das quais se extrai a penicilina. Há também diversas espécies de ascomicetos parasitas de plantas e animais. São também exemplos desse grupo os fungos que formam trufas (gênero Tuber) utilizadas na culinária.

  levedura
⦁    Basidiomicetos                                                                                                                                                                       
   São os fungos mais populares, pois formam corpos de frutificação (basidiocarpos) muito bonitos – os cogumelos e orelhas-de-pau. Os basidiocarpos abrigam os basídios – estruturas produtoras de esporos, chamados de basidiósporos. Os basídios são formados a partir da fusão de duas hifas, formando um núcleo diploide que posteriormente sofre meiose formando os esporos haploides.
   Alguns fungos desse grupo são comestíveis como o champignon. Outros são extremamente tóxicos ou alucinógenos, como os cogumelos do gênero Amanita. Algumas espécies podem ser parasitas, como os fungos que causam as “ferrugens” que atingem as plantas.



⦁    Quitridiomicetos
   A maioria dos fungos desse grupo é aquática e produz esporos com flagelos, chamados zoósporos.   
  Há grande variação morfológica nestes fungos. Muitas espécies são unicelulares, porém, existem várias espécies que formam hifas cenocíticas. Diversos quitridiomicetos são decompositores e outros são parasitas.  Parasitam especialmente anfíbios, sendo apontados por alguns especialistas como os responsáveis pelo declínio na população desses animais.


⦁    Deuteromicetos  
   São fungos que não produzem zoósporos e não têm fase sexuada conhecida. A classificação dos deuteromicetos é artificial, pois não é um grupo monofilético. Muitos dos fungos antes incluídos neste grupo, depois de estudos mais aprofundados são reclassificados entre os basidiomicetos e os ascomicetos, como muitas espécies dos gêneros Penicillium e Aspergillus que atualmente são considerados dentro do grupo dos ascomicetos.


Reprodução dos Fungos
    Os fungos podem se reproduzir de maneira sexuada ou assexuada, sendo o vento considerado um importante condutor que espalha os propágulos e fragmentos de hifa, favorecendo, assim, a reprodução e a proliferação dos fungos.
⦁    Reprodução Assexuada

  Nesse tipo de reprodução não há fusão dos núcleos e através de mitoses sucessivas, a fragmentação do micélio originará novos organismos.
Além do processo de fragmentação, a reprodução assexuada dos fungos pode ocorrer por meio do brotamento e da esporulação.
⦁    Reprodução Sexuada
  Esse tipo de reprodução ocorre entre dois esporos divididos, em três fases:
    Plasmogamia: Fusão de protoplasma;
    Cariogamia: Fusão de dois núcleos haploides (n) para formar um núcleo diploide (2n);
    Meiose: Núcleo diploide se reduz formando dois núcleos haplóides.



⦁    Alimentação dos Fungos

  Diferentemente das plantas, os organismos do Reino Fungi não possuem clorofila, nem celulose e, com isso, não sintetizam seu próprio alimento.
  Eles liberam uma enzima chamada de exoenzima, que os auxiliam na digestão dos alimentos.
  De acordo com o tipo de alimentação, os fungos são classificados em:
     Fungos Saprófagos: Obtêm alimentos decompondo organismos mortos;
     Fungos Parasitas: Alimentam-se de substâncias de organismos vivos;
     Fungos Predadores: Alimentam-se de pequenos animais que capturam.
⦁    Algumas doenças provocadas por fungos:
    Micoses;
    Frieiras;
    Sapinho;
    Candidíase;
    Histoplasmose.
⦁    Cladograma

Fontes de consulta:https://blogdoenem.com.br/biologia-classificacao-fungos/
http://cfbsetimoano.blogspot.com/2010/06/zigomicetos.html
http://supernovaciencia.blogspot.com/2012/06/ascomicetos.html
https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&biw=1366&bih=632&tbm=isch&sa=1&ei=9HPHXK_-Bsyl5OUPnaW6mAQ&q=imagens+de+deuteromicetos+estrurura&oq=imagens+de+deuteromicetos+estrurura&gs_l=img.3...7118.11858..12167...0.0..0.133.1788.0j15......0....1..gws-wiz-img.mZ_4nZiJkXg#imgrc=uxihWeZRI6XetM:
https://www.todamateria.com.br/fungos/


quarta-feira, 24 de abril de 2019

Reino Fungi

Reino Fungi

Características:
*Unicelular- Levedo de cerveja (Sccharomyces cerevisiae)- bebidas alcoólicas e pão.

*Pluricelular- Champignon (Agaricus campestris)- indústria alimentícia.

*Vida livre- decompositores- ciclagem de nutrientes- C,P, N e K.

*Parasitas- doenças- plantas (ferrugem) e animais (micoses).

*O Reino Fungi é dividido em quatro filos Zygomycota  (zigomicetos), Ascomycota (ascomicetos), Basidiomycota (basidiomicetos) e Chytridiomycota (quitridiomicetos).


Resultado de imagem para fungos


Estrutura:  
*Unidade morfofisiológica- hifas (septadas e cenocíticas) - micélio - pseudo tecido (vegetativo e reprodutivo- produção de esporos).


Resultado de imagem para estrutura dos fungos


Reprodução:
Resultado de imagem para reprodução dos fungos esquema


Cladograma:
Resultado de imagem para reprodução dos fungos esquema


FONTES: Anotações de aula
                Google Imagens




sexta-feira, 29 de março de 2019

Relatório do laboratório



Preparo de uma  lâmina para Microscopia ótica.
Necessitaremos dos seguintes componentes:
* Lâmina para microscópio.
* Lamínula.
* Água coletada no lago do Parque da Redenção.
* Material biológico a ser observado.
* Pinça.
* Conta gotas.

Com esses componentes, é possível observar uma variedade de organismos que vivem na água.

Procedimento
1. Inicialmente pegue a lâmina e coloque um pouco do material coletado
2. Coloque uma ou duas gotas de água sobre essas estruturas.
3. Cubra o material com a lamínula.
4. Levar ao microscópio.

5. Iniciar observando em menor aumento.
6. Fotografar e descrever as estruturas encontradas.

Relatório:
Ao irmos até a mesa do professor aprendemos como colocar o material na lâmina, após, com uma pinça pegamos o material colocamos ele na lâmina e acrescentamos duas gotas de água, com um conta gotas, e expandimos o material, acrescentamos uma lamínula em cima dele para fazermos a análise no microscópio, a partir da nossa análise concluímos que no material havia protozoários, amebas e algas. Veja um exemplo a partir do microscópio. 





ALGAS:
Resultado de imagem para alga

PROTOZOÁRIOS: 

Resultado de imagem para protozoários

AMEBAS:


Imagem relacionada

FONTES:

FOTOS: Sor Paim e Google imagens 
Caderno e aula experimental






























segunda-feira, 25 de março de 2019

Bactérias

olá, pessoal na postagem de hoje iremos falar sobre as bactérias.

Bactérias

As bactérias são seres unicelulares e procariontes que estão incluídos no Domínio Archaea que engloba as arqueobactérias e Domínio Bactéria que engloba os outros grupos e estão classificadas no Reino Monera. Existem milhares de espécies conhecidas que apresentam formas, habitats e metabolismo diferentes.

Alguns desses microrganismos são causadores de doenças, mas também há bactérias com grande importância ecológica (como as espécies fixadoras que participam do ciclo do nitrogênio e as decompositoras da cadeia alimentar).
Estrutura celular
As bactérias são organismos simples, formados por apenas uma célula, sendo chamados, portanto, de seres unicelulares. Seu material genético (DNA) é encontrado disperso no citoplasma, pois não possuem carioteca delimitando seu núcleo (seres procarióticos).
A maioria das bactérias possui parede celular, localizada externamente à membrana plasmática que garante proteção. Além da parede, algumas possuem uma cápsula polissacarídica que envolve essa estrutura.
No citoplasma observam-se a ausência de organelas membranosas e a presença de ribossomos, estruturas relacionadas com a síntese de proteínas.
O cromossomo bacteriano caracteriza-se por ser uma única molécula de dupla fita circular de DNA. Além do DNA cromossômico, as células bacterianas apresentam moléculas menores de DNA circular, que possuem genes que não são essenciais para a sobrevivência da bactéria. Essas moléculas são chamadas de plasmídeos.
As bactérias podem ainda apresentar flagelos, estruturas locomotoras, já as que não apresentam essa estrutura são denominadas atríquias.

Outra estrutura encontrada nas bactérias são as fimbrias, que lembram os flagelos, porém, atuam auxiliando na sua fixação. Essas estruturas assemelham a pequenos pelos e são encontradas principalmente nas chamadas de Gram negativas.




 https://www.google.com/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiumNmO05rhAhV3JbkGHaMzDXcQjRx6BAgBEAU&url=https%3A%2F%2Falunosonline.uol.com.br%2Fbiologia%2Festrutura-celular-de-uma-bacteria.html&psig=AOvVaw0WMA8WRjn4xlk8HvPo3IHD&ust=1553512298788627

Morfologia

 Elas podem ter diferentes formas: esférica (cocos), de bastões (bacilos), espiraladas (espirilo), de vírgula (vibrião), entre outras.
Além disso, podem se juntam em agrupamentos, mas mantendo sua individualidade, que permite que vivam separadamente.
 
https://www.google.com/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiVr6-fzprhAhVWFLkGHV0DDGUQjRx6BAgBEAU&url=%2Furl%3Fsa%3Di%26rct%3Dj%26q%3D%26esrc%3Ds%26source%3Dimages%26cd%3D%26ved%3D%26url%3Dhttp%253A%252F%252Fwar-thunder-sajt.ru%252Fdiferentes-tipo-de-familia.html%26psig%3DAOvVaw0XOkRAE4niaGzAgGT4mEEH%26ust%3D1553511163442807&psig=AOvVaw0XOkRAE4niaGzAgGT4mEEH&ust=1553511163442807
Reprodução
A reprodução mais comum é assexuada por bipartição ou cissiparidade. Ocorre a duplicação do DNA bacteriano e uma posterior divisão em duas células.
Algumas espécies originam, sob certas condições ambientais, estruturas resistentes denominadas esporos. A célula que origina o esporo se desidrata, forma uma parede grossa e sua atividade metabólica torna-se muito reduzida. Ao encontrar um ambiente adequado, o esporo se reidrata e origina uma bactéria ativa, que passa a se reproduzir por divisão binária.
Para as bactérias, considera-se reprodução sexuada qualquer processo de transferência de fragmentos de DNA de uma célula para outra. Depois de transferido, o DNA da bactéria doadora se recombina com o da receptora, produzindo cromossomos com novas misturas de genes. Esses cromossomos recombinados serão transmitidos às células-filhas quando a bactéria se dividir.
A transferência de DNA de uma bactéria para outra pode ocorrer de três maneiras: transformação, transdução e  conjugação.

Transformação

Na transformação, a bactéria absorve moléculas de DNA dispersas no meio e são incorporados à cromatina. Esse DNA pode ser proveniente, por exemplo, de bactérias mortas. Esse processo ocorre espontaneamente na natureza. 

Transdução                                                                 

Na transdução, moléculas de DNA são transferidas de uma bactéria a outra usando vírus como vetores (bacteriófagos). Estes, ao se montar dentro das bactérias, podem eventualmente incluir pedaços de DNA de sua hospedeira. Ao infectar outra bactéria, o vírus que leva o DNA bacteriano o transfere junto com o seu.
 

Conjugação

Na conjugação bacteriana, pedaços de DNA passam diretamente de uma bactéria doadora, o "macho", para uma receptora, a "fêmea". Isso acontece através de microscópicos tubos proteicos.
O fragmento de DNA transferido se recombina com o cromossomo da bactéria "fêmea", produzindo novas misturas genéticas, que serão transmitidas às células-filhas na próxima divisão celular.




Fontes de consulta:
https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos/biomonera3.php
https://alunosonline.uol.com.br/biologia/estrutura-celular-de-uma-bacteria.html
https://www.todamateria.com.br/bacterias/
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/bacterias.htm



segunda-feira, 18 de março de 2019

sábado, 9 de março de 2019

Vírus

VÍRUS


Características gerais dos vírus:
Os vírus são seres acelulares, ou seja, não possuem células. Além disso apresentam outras características tais como : o fato de não sofrerem a ação de antibióticos, pode ocorrer mutações durante sua multiplicação, eles não tem metabolismo próprio ( o que faz alguns biólogos usarem tal atributo para não considera-los seres vivos ), por fim, são denominados como parasitas intracelulares obrigatório ( para que ocorra sua reprodução é necessário que este esteja dentro de uma célula ).

Estrutura dos vírus :
Eles não possuem uma organização celular e sua estrutura se dá por um material genético ( DNA ou RNA ) envolvido por uma cápsula protéica ( também chamado de capsídeo ). Nesta situação, o capasídeo mais o ácido nucléico denominado nucleocapsídeo. Virion é a partícula madura do vírus e pode ser sinônimo de nucleocapsídeo ou nucleocapsídeo dentro de um invólucro ( uma membrana de origem celular que pode envolver o capsídeo).
Um exemplo dessa diferenciação de ácido nucléico é que a varíola possue DNA e a Aids tem o RNA em sua formação. Muitos vírus possuem uma membrana externa adicional denominada envelope. Em sua camada mais externa há glicoproteína que são as "chaves" de acesso para infectar novas células.


Estrutura geral de um vírus
Estrutura do vírus da AIDS


Reprodução dos vírus:
Os vírus por serem classificados como seres acelulares, no momento da reprodução eles precisam contar com uma célula hospedeira, que dará as condições para que eles possam se multiplicar. A reprodução dos vírus só acontece no interior da célula hospedeira. Por essa condição, eles acabam sendo considerados parasitas intracelulares, ou seja, utilizam a estrutura celular hospedeira, com todo o seu material genético, para então se reproduzirem.
Os vírus possuem 2 ciclos reprodutivos: o ciclo lisogênico e o ciclo liítico

No ciclo lisogênico, o vírus que invadiu a célula hospedeira agrega seu material genético ao genoma da mesma. Nesse processo, a presença do parasita não interfere de nenhuma forma no mecanismo celular: toda a sua atividade, desde o metabolismo até a reprodução, ocorre normalmente, assim como numa célula saudável.
Quando a célula hospedeira passa por divisões mitóticas, ela transmite às células-filhas não só o seu genoma, como também, o material genético do vírus que a infectou. Dessa forma, o parasita intracelular “se vale” do processo reprodutivo da célula para se multiplicar e contaminar novas células do organismo vivo, retomando o seu ciclo.

No ciclo lítico, o vírus insere o seu material genético no da célula hospedeira, e, ao contrário do outro ciclo, passa a dominar o metabolismo da mesma, destruindo-a por final. Veja as etapas desse ciclo reprodutivo:

1- Adsorção: Nessa primeira etapa, o vírus liga-se à membrana da célula que ele parasitará. Essa ligação ocorre graças a receptores presentes nas células.

2- Penetração: Após se ligar à célula, o vírus começa o processo de penetração, ou seja, ele começa a entrar na célula que será parasitada.

3- Desnudamento: Já no interior da célula, o vírs sofre a ação de enzimas que destroem seu capsídeo (uma cápsula rica em proteínas que envolve o material genético do vírus). Após destruir o capsídeo, o material genético é liberado no citoplasma da célula ou no núcleo.

4- Síntese viral: Nesse momento, o material genético do vírus afeta a atividade da célula, que passa a produzir as proteínas necessárias para a criação de novos vírus.

5- Montagem e maturação: Nesse processo, novos vírus são formados a partir das proteínas produzidas pela célula.

6- Liberação: Após estarem completamente montados, os vírus saem da célula para parasitar outra. Essa saída pode ocorrer por meio do rompimento da membrana da célula ou, ainda, por uma espécie de brotamento, em que levam parte da membrana da célula parasitada.

OBS: Os vírus podem parasitar em qualquer célula, não só em animais!






FONTES:

https://www.escolakids.uol.com.br/ciências/reproducao-dos-virus.htm
https://www.grupoescolar.com/pesquisa/reproducao-dos-virus.html
https://www.infoescola.com/biologia/ciclo-lisogenico/
https://www.infoescola.com/biologia/ciclo-litico/